Luz quente ou luz fria?
- Mel Domezi
- 4 de nov. de 2020
- 2 min de leitura
A discussão sobre a temperatura de lâmpadas é sempre um assunto muito extenso. A temperatura da luz não diz respeito a esquentar ou esfriar, mas a sensação que cria dentro de um ambiente.
A luz natural vem do Sol, e tem nuances de luz quente ao longo do dia, horas mais amarelada e horas menos amarelada. Esta referência de luz que nos parece mais natural, pode trazer sensações dentro do ambiente iluminado com a luz artificial.
Antigamente, as lâmpadas fluorescentes luz fria, e mais baratas, e por questões de mercado, começaram a ser comercializadas e especificadas em diversas aplicações. Nesta época se colocava como referência o IRC, ou seja o índice de reprodução de cores, que considerava a temperatura da luz, para interferir no ambiente.
Alguns ambientes requerem a luz quente, especialmente aqueles em que a temperatura de luz pode interferir nos objetos, como lojas de roupas e alimentos. Um ótimo exemplo é a famosa frase "comer com os olhos", em que a lâmpada com luz quente pode deixar o alimento mais corado e visualmente melhor, do que a luz fria, que deixa o alimento pálido ou acinzentado, com aspecto de "doente". A luz pode alterar as cores dos objetos e interferir em como enxergamos o ambiente.

No video do Youtube desta semana, que fiz em parceria com o Arq. Paulo Maier e o Eng. Eugênio Tourinho, para o 3 na obra, fizemos um teste prático sobre a incidência da luz fria e da luz quente na pele.
Neste video, fica muito claro a interferência da cor da luz sobre a pele, mesmo em tons de pele muito diferentes.
Ao especificar a iluminação para clientes, gosto muito de conversar sobre este pontos, especialmente para mulheres, que gostam de fazer a maquiagem, e precisam de um melhor fidelização das cores com a incidência da luz artificial.
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